Quando nos deparamos com uma pessoa que não sabe lidar com determinado tipo de sentimento, ou assumimos a postura de não nos envolvermos, afinal cada um deve se descobrir e se conhecer perante suas dificuldades; ou assumimos postura compassiva e damos nossa contribuição com nossas experiências, ao mesmo tempo em que devemos respeitar o tempo e a capacidade de cada um. Mas há quem, por dificuldade de percepção ou por espírito de porco, dê sua contribuição para piorar as coisas. Ou ainda, piora as coisas e não entende determinadas reações, se sentindo vítima destas.
Eu tenho meus motivos. E se eles correspondem a minhas fraquezas, caberia compreensão. E se esta me é negada, ainda que eu tenha dado motivos, não vou reivindicar a mão que me faria companhia. Há coisas que só cabem a mim. Irrevelado. Incompreensível. Não sei do que preciso, mas sei o que quero. Não sei como descobrir o primeiro, nem como realizar ou me desfazer do segundo, caso reconheça como algo desnecessário. Sozinha, vou errando, porque do erro não me arrependo. Aprendo.
